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sexta-feira, 9 de março de 2012

FARRA C/ O DINHEIRO PÚBLICO – SANTARÉM MERGULHADA NUM MAR DE CORRUPÇÃO: JUSTIÇA AFASTA GESTORES MUNICIPAIS DE SAÚDE EM SANTARÉM (PA).

MUNICÍPIO TEM 30 DIAS PARA EXONERAR O SECRETÁRIO DE SAÚDE E O DIRETOR DO HOSPITAL MUNICIPAL

Fonte | MPF - Sexta Feira, 09 de Março de 2012

A Justiça acolheu pedido do Ministério Público do Estado do Pará (MPE/PA) e do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e determinou que o município de Santarém exonere, em 30 dias, dois servidores públicos que exercem cargo em comissão: o secretário municipal de saúde, E.S., e o diretor do Hospital Municipal, F.L.T..

A decisão determina ainda que o município se abstenha de nomear para esses cargos profissionais que não preencham o requisito da dedicação em regime de tempo integral, sob pena de multa diária no valor de mil reais, sem prejuízo de demais sanções civis e criminais em caso de descumprimento injustificado. O prazo de 30 dias foi dado para evitar instabilidade e descontinuidade na prestação do serviço essencial de saúde.

A ação civil foi movida pelo MPE/PA e MPF/PA após as investigações concluírem que os dois gestores não atuam com dedicação exclusiva nas suas funções, o que prejudica a administração dos serviços de saúde no município. Um levantamento investigativo prévio feito pelo MPF/PA comprova que tanto o secretário de Saúde quanto o diretor do Hospital Municipal possuem vínculos trabalhistas, contratuais e empresarias com outras instituições e empresas.

Na ação, os promotores de Justiça e procuradores da República que atuam no caso destacaram que “os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidas em regime de tempo integral”.

Ressaltam ainda que “a ocupação dos cargos diretivos deve ocorrer segundo critérios técnicos aptos a possibilitar a resolutividade das emblemáticas situações apresentadas, começando assim pela necessidade de ser exercido em regime integral, impedindo assim que seus integrantes mantenham simultaneamente qualquer emprego ou acumulem cargo público, eis que deverão estar livres para atender incondicionalmente a qualquer emergência do serviço”.

http://jornal.jurid.com.br/materias/noticias/justica-afasta-gestores-municipais-saude-em-santarem-pa/idp/71379

domingo, 4 de março de 2012

DOIS PESOS E DUA MEDIDAS: CRIVELLA E O PRECONCEITO RELIGIOSO DA GLOBO. .

Saiu no Globo, na pág. 4, a propósito da posse de Marcelo Crivella, senador pelo PRB do Rio, com 3 milhões e 300 mil votos, no Ministério da Pesca:

“Um culto no Palácio do Planalto”

“Ao assumir a Pesca, Crivella faz discurso religioso e plateia responde ‘Glória a Deus’ “

“Uma posse com jeito de culto”, dizem as repórteres Isabel Braga e Catarina Castro.

“Por alguns momentos o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, agiu como se estivesse pregando num templo, durante a solenidade em que assumiu o cargo de ministro da Pesca e Aquicultura, no Palácio do Planalto. Houve várias menções a Deus, inclusive para justificar o fato de não ter muita experiência em assuntos relacionado à pesca. Na plateia, foram ouvidas respostas de “Glória a Deus”. Crivella também citou pensamentos do bispo fundador da Igreja Universal, seu tio Edir Macedo.

Crivella encerrou o discurso com uma oração em que pede a Deus que dê sabedoria e discernimento aos colaboradores e funcionários da pasta que comandará, para que não ocorram deslizes éticos. Poucos deputados e senadores da bancada evangélica, no entanto, compareceram à posse. O grupo não se sente representado por Crivella.

Na frente da presidente Dilma Rousseff, Crivella admitiu seu desconhecimento da área e pediu a Deus que lhe oriente na gestão da pasta.

- Muitas vezes Deus não escolhe os mais qualificados, mas, sempre, Deus qualifica os escolhidos (…) Peço a Deus que a vontade do espírito produza a nova missão, que possa ocorrer entre nós o milagre da benção maravilhosa que Jesus realizou (…). Que Deus nos ajude, que nas nossas represas, nas águas do nosso mar os peixes se multipliquem e cheguem às mesas de todos os brasileiros, sobretudo os mais pobres – rezou Crivella, finalizando:

- Peço também que o Senhor nos conceda a todos nós, colaboradores e funcionários do Ministério da Pesca e da Aquicultura, boa vontade, idealismo, sabedoria e discernimento para que continue não ocorrendo em nosso ministério qualquer deslize desses que desunem o povo e faz o cidadão de bem sentir vergonha de ser brasileiro. Por isso, humildemente peço, me ajude, meu Deus!


E se o Crivella fosse Católico e da Opus Dei ?

Ele poderia citar o Papa, Torquemada ?

E quando o Cerra virou coroinha e passou a frequentar Nossa Senhora da Aparecida ?

O Bispo de Guarulhos, pode ?

E quando Cerra rezou com os evangélicos de Foz do Iguaçu ?

Aí, pode ?

Cadê o Manual da Globo ?

O problema não é a Isabel, como não são a Catarina nem o Heraldo.

O problema é a Globo e seus Ratzinger.

É aí que reside o perigo, não é isso, Ministro Bernardo ?

Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/03/03/crivella-e-o-preconceito-religioso-da-globo/
Publicado em 03/03/2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

URGENTE: BANDIDOS DE TOGA/STF NA CONTRAMÃO. MÁFIA/OAB/PARÁ SOB INTERVENÇÃO-ROMBO DE MEIO MILHÃO DE REAIS.

VEJAM A GARANTIA DE ÉTICA QUE O EXAME DE ORDEM DA MÁFIA/OAB DÁ À SOCIEDADE, SEGUNDO OS BANDIDOS DE TOGA DO STF, QUE NO DIA 26/10/2011, NUM JULGAMENTO BIZARRO E, NO MÍNIMO SUSPEITO, JULGOU TAL EXAME CONSTITUCIONAL.

“OAB no Pará tinha déficit de meio milhão de reais.

Domingo, 19/02/2012, 07:00:44 - Atualizado em 19/02/2012, 07:47:24

Roberto Busato era o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na época em que estourou o escândalo do Mensalão. No Pará desde o dia 31 de outubro passado, ele tem agora uma difícil missão: tirar a Ordem local do fundo do poço - onde ela mergulhou de cabeça em meio a uma crise que levou ao afastamento do presidente Jarbas Vasconcelos, de outros quatro diretores, e a um doloroso processo de intervenção, inédito na história da entidade nacional em mais de 80 anos de sua existência. Pouco mais de quatro meses no cargo e menos de três para concluir o mandato de interventor, Busato confessa nesta entrevista exclusiva ao DIÁRIO que gostaria de ter tido tempo para “fazer mais”.

Ele recebeu a Ordem com R$ 30 mil em caixa para despesas de R$ 200 mil. E conseguiu, graças a um regime de austeridade financeira imposto pelas circunstâncias, colocar a casa em ordem, apesar da crise que afetou a credibilidade da instituição junto ao povo e aos próprios advogados. Quase metade dos que pagavam suas anuidades normalmente deixaram de fazê-lo. Os meses de novembro e dezembro foram duros, mas Busato não se abalou. Hoje, garante que deu a volta por cima, conseguindo reverter um déficit total de R$ 500 deixado por Jarbas Vasconcelos.

Perguntado se pretende continuar no cargo, em caso de prorrogação da intervenção pelo Conselho Federal, ele é taxativo: “99,9% da minha missão está cumprida no Pará”. Busato acredita que com o retorno de dois diretores afastados - o vice, Evaldo Pinto, e o secretário-geral-adjunto, Jorge Medeiros, que foram inocentados pelo Conselho Federal de qualquer responsabilidade pela venda do terreno da OAB de Altamira - há clima até para que um interventor paraense continue o trabalho por ele iniciado até novembro deste ano, data de eleição para nova diretoria. Confira a entrevista:

P: O senhor veio para Belém para colocar a OAB-Pará em ordem, restabelecer a normalidade administrativa e financeira e também apaziguar os ânimos após a intervenção que apeou do poder o presidente Jarbas Vasconcelos. Como o senhor recebeu a Ordem?

R: A Ordem que eu sempre vivenciei e vivi sempre foi presente na mídia, mas na mídia positiva, de realização em prol da cidadania e da República. Em face das divergências na entidade aqui do Pará, encontrei uma Ordem exposta ao público de forma totalmente diferente da tradição da OAB. A situação não era nada boa. Um clima interno muito difícil, de intranquilidade. Externamente, a Ordem perdendo muito de sua autoridade e honorabilidade, como instituição que representa a sociedade civil deste Estado.

P: O senhor foi bem recebido?

R: Em geral, não fui mal recebido. Houve um apoio forte de um segmento. Do outro, liderado pelo presidente Jarbas Vasconcelos, houve respeito. Tive um diálogo com ele e com alguns de seus membros, explicando que tinha vindo para uma missão institucional.

P: Não veio caçar bruxas...

R: Não, não vim caçar bruxas e nem disputar qualquer tipo de poder. Minha biografia dentro da Ordem estava pronta. Não tinha mais o que provar e nem escrever mais uma página.

P: O que o senhor encontrou, o assustou?

R: Eu já tinha conhecimento da situação. Quando cheguei, o problema do terreno [da OAB de Altamira, vendido para um conselheiro da própria OAB paraense, que deflagrou todo imbróglio, culminando com a intervenção pelo Conselho Federal] já tinha sido resolvido. O negócio havia sido anulado. Ocorre que havia uma interrupção na parte administrativa e financeira da Ordem, a partir do segundo semestre. Uma atuação absolutamente diversa. Em agosto, setembro e outubro a Ordem teve uma retração financeira vertical. Foi uma queda violenta, com uma perda de credibilidade muito grande. Deixaram de entrar aqui até representações por infrações disciplinares de advogados. Isto demonstrava a falta de credibilidade da população. O foco da administração acabou mudando de lugar, cuidando mais do problema político e da crise que havia entre os grupos.

P: A Ordem ficou abandonada?

R: Eu diria que ficou ao relento. Isto causou um desconforto ao quadro funcional, aos advogados que assistiam a estas cenas terríveis, além das finanças da Ordem.

P: Muitos advogados deixaram de pagar as mensalidades, desgostosos com a crise. Quase a metade dos que pagavam deixaram de pagar, em sinal de protesto...

R: É verdade, mas não tenho ainda os números. Estamos concluindo uma grande auditoria nos próximos dias. Ela trata da situação administrativa e financeira que enfrentamos em 2011. A Ordem, que no começo do ano estava numa situação sólida e estável, chegou ao mês de outubro numa situação instável, insolvente e que exigiu um freio de arrumação muito forte nos campos administrativo, financeiro e até mesmo institucional, para corrigir os rumos da locomotiva.

P: Advogados comentam que esse abalo nas finanças teria deixado um rombo de R$ 800 mil. Isto procede?

R: Não. Mas o déficit ficou em torno de R$ 500 mil no exercício de 2011, o que foi coberto com auxílio do Conselho Federal. Hoje, em 2012, a situação é diferente. A casa está saudável, os advogados estão acorrendo à instituição, pagando anuidades, mantidas aos mesmos números do ano passado.

P: O senhor recebeu a Ordem com dinheiro em caixa ou recomeçou do zero?

R: Recomeçamos do zero, menos alguma coisa. Pegamos a casa com o pagamento dos funcionários já no último dia, pago. Mas ainda havia despesas, no valor de R$ 200 mil, para um caixa de R$ 30 mil.

P: Houve gastos desnecessários?

R: Houve. Um exemplo foi a Conferência Estadual dos Advogados, um grande evento programado no segundo semestre. O fato é que as despesas desse eventos, talvez em função da crise, se avolumaram muito acima do estimado, enquanto as receitas foram superestimadas. O prejuízo foi grande.

P: Em abril próximo termina o período da intervenção. A partir daí, o que irá acontecer?

R: A casa estará arrumada, nos aspectos administrativo e financeiro, e deverão surgir vários cenários. Vamos entregar a Ordem com solidez muito boa, sem nenhum problema para quem assumi-la. A solução política, segundo me parece, deve ir um pouco além, apenas nas próximas eleições.

P: Mas a eleição é em novembro e a intervenção acaba daqui a pouco mais de dois meses. Teremos aí um vácuo de sete meses...

R: A intervenção só poderá ser prorrogada por ato pleno do Conselho Federal. Em abril, isto será decidido em uma sessão. Não depende da OAB do Pará, mas do Conselho. Se ele quedar-se, inerte, é claro que retornarão os diretores afastados.

P: Isso não seria ruim para a OAB paraense, a volta dos diretores afastados?

R: Se eles voltassem e continuar o clima de guerra dentro da instituição, é evidente que seria muito ruim, um violento retrocesso.

P: Se fosse prorrogada a intervenção, o senhor aceitaria continuar no cargo?

R: Se eu tivesse que dar uma probabilidade, diria que 99,9% da minha missão aqui está extinta. Acho que a própria OAB do Estado poderia encontrar uma solução, com um interventor paraense, para ficar até novembro.

P: O presidente afastado, Jarbas Vasconcelos, tem dito a amigos que os direitos humanos dele foram violados com a intervenção. O senhor já representou o Brasil em Haia, atuando na área dos direitos humanos...

R: Não concordo. Esta talvez seja uma figura de defesa que o presidente está usando. Não houve com relação a ele qualquer violação de direitos humanos, nem ofensa ao seu direito de defesa.

P: O senhor sairá com a sensação do dever cumprido ou com a frustração de que poderia ter feito mais?

R: A intervenção termina em abril, mas até agora eu tenho a sensação do dever cumprido. O que eu me propus a fazer está dando resultado. Evidentemente eu exerço uma administração precária. Quando cheguei não tinha certeza se iria ficar aqui no Pará por uma semana. Se o presidente Jarbas tivesse obtido sucesso em alguma liminar, ele teria retornado ao cargo. Em razão disso não pude tomar nenhuma medida de longo alcance. Como já exercia vários cargos na administração da OAB, lamento apenas não ter tido tempo de fazer mais. Gostaria de fazer uma reforma completa no casarão da OAB, que é um marco da cultura jurídica doPará. O casarão está em um estado precário.

P: O senhor era o presidente nacional da entidade na época do Mensalão e sua atuação, cobrando apuração rigorosa e punição dos culpados o levou a ser considerado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva o principal crítico do governo. Que avaliação o senhor faz sobre o maior esquema de corrupção na história do país, comandado por petistas?

R: Foi um acontecimento lamentável na vida do país, e que deixou a nu os grandes personagens políticos da época. Oito anos depois, o esquema de corrupção continua estabelecido e inegavelmente operando.

P: A Ordem teve um papel relevante no Mensalão, contribuindo para que o caso fosse apurado e chegasse ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde está prestes a ser julgado...

R: De fato, a Ordem falou e destemidamente denunciou todas as manobras para encobrir o acontecimento. Também denunciou outros escândalos que vieram ao reboque do Mensalão, como o dos sanguessugas. A Ordem foi protagonista, sopesando o poder das autoridades brasileiras corrompidas.

P: O senhor acredita que o STF vai condenar os envolvidos?

R: Em um processo com inúmeros réus tudo pode acontecer. Desde o começo, eu dizia que havia muito temor em não julgamento pelo decurso do tempo, que o delito fosse alcançado pela prescrição. Quem viveu tudo isso como eu, entre 2003 e 2007, tem a esperança de que o Supremo atente aos interesses da cidadania, da República, e puna exemplarmente aqueles que denegriram a função pública no país.

(Diário do Pará)”
http://www.diarioonline.com.br/noticia-188571-oab-no-para-tinha-deficit-de-meio-milhao-de-reais.html


OAB no Pará tinha déficit de meio milhão de reais

Domingo, 19/02/2012, 07:00:44 - Atualizado em 19/02/2012, 07:47:24
Roberto Busato era o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na época em que estourou o escândalo do Mensalão. No Pará desde o dia 31 de outubro passado, ele tem agora uma difícil missão: tirar a Ordem local do fundo do poço - onde ela mergulhou de cabeça em meio a uma crise que levou ao afastamento do presidente Jarbas Vasconcelos, de outros quatro diretores, e a um doloroso processo de intervenção, inédito na história da entidade nacional em mais de 80 anos de sua existência. Pouco mais de quatro meses no cargo e menos de três para concluir o mandato de interventor, Busato confessa nesta entrevista exclusiva ao DIÁRIO que gostaria de ter tido tempo para “fazer mais”.

Ele recebeu a Ordem com R$ 30 mil em caixa para despesas de R$ 200 mil. E conseguiu, graças a um regime de austeridade financeira imposto pelas circunstâncias, colocar a casa em ordem, apesar da crise que afetou a credibilidade da instituição junto ao povo e aos próprios advogados. Quase metade dos que pagavam suas anuidades normalmente deixaram de fazê-lo. Os meses de novembro e dezembro foram duros, mas Busato não se abalou. Hoje, garante que deu a volta por cima, conseguindo reverter um déficit total de R$ 500 deixado por Jarbas Vasconcelos.

Perguntado se pretende continuar no cargo, em caso de prorrogação da intervenção pelo Conselho Federal, ele é taxativo: “99,9% da minha missão está cumprida no Pará”. Busato acredita que com o retorno de dois diretores afastados - o vice, Evaldo Pinto, e o secretário-geral-adjunto, Jorge Medeiros, que foram inocentados pelo Conselho Federal de qualquer responsabilidade pela venda do terreno da OAB de Altamira - há clima até para que um interventor paraense continue o trabalho por ele iniciado até novembro deste ano, data de eleição para nova diretoria. Confira a entrevista:

P: O senhor veio para Belém para colocar a OAB-Pará em ordem, restabelecer a normalidade administrativa e financeira e também apaziguar os ânimos após a intervenção que apeou do poder o presidente Jarbas Vasconcelos. Como o senhor recebeu a Ordem?

R: A Ordem que eu sempre vivenciei e vivi sempre foi presente na mídia, mas na mídia positiva, de realização em prol da cidadania e da República. Em face das divergências na entidade aqui do Pará, encontrei uma Ordem exposta ao público de forma totalmente diferente da tradição da OAB. A situação não era nada boa. Um clima interno muito difícil, de intranquilidade. Externamente, a Ordem perdendo muito de sua autoridade e honorabilidade, como instituição que representa a sociedade civil deste Estado.

P: O senhor foi bem recebido?

R: Em geral, não fui mal recebido. Houve um apoio forte de um segmento. Do outro, liderado pelo presidente Jarbas Vasconcelos, houve respeito. Tive um diálogo com ele e com alguns de seus membros, explicando que tinha vindo para uma missão institucional.

P: Não veio caçar bruxas...

R: Não, não vim caçar bruxas e nem disputar qualquer tipo de poder. Minha biografia dentro da Ordem estava pronta. Não tinha mais o que provar e nem escrever mais uma página.

P: O que o senhor encontrou, o assustou?

R: Eu já tinha conhecimento da situação. Quando cheguei, o problema do terreno [da OAB de Altamira, vendido para um conselheiro da própria OAB paraense, que deflagrou todo imbróglio, culminando com a intervenção pelo Conselho Federal] já tinha sido resolvido. O negócio havia sido anulado. Ocorre que havia uma interrupção na parte administrativa e financeira da Ordem, a partir do segundo semestre. Uma atuação absolutamente diversa. Em agosto, setembro e outubro a Ordem teve uma retração financeira vertical. Foi uma queda violenta, com uma perda de credibilidade muito grande. Deixaram de entrar aqui até representações por infrações disciplinares de advogados. Isto demonstrava a falta de credibilidade da população. O foco da administração acabou mudando de lugar, cuidando mais do problema político e da crise que havia entre os grupos.

P: A Ordem ficou abandonada?

R: Eu diria que ficou ao relento. Isto causou um desconforto ao quadro funcional, aos advogados que assistiam a estas cenas terríveis, além das finanças da Ordem.

P: Muitos advogados deixaram de pagar as mensalidades, desgostosos com a crise. Quase a metade dos que pagavam deixaram de pagar, em sinal de protesto...

R: É verdade, mas não tenho ainda os números. Estamos concluindo uma grande auditoria nos próximos dias. Ela trata da situação administrativa e financeira que enfrentamos em 2011. A Ordem, que no começo do ano estava numa situação sólida e estável, chegou ao mês de outubro numa situação instável, insolvente e que exigiu um freio de arrumação muito forte nos campos administrativo, financeiro e até mesmo institucional, para corrigir os rumos da locomotiva.

P: Advogados comentam que esse abalo nas finanças teria deixado um rombo de R$ 800 mil. Isto procede?

R: Não. Mas o déficit ficou em torno de R$ 500 mil no exercício de 2011, o que foi coberto com auxílio do Conselho Federal. Hoje, em 2012, a situação é diferente. A casa está saudável, os advogados estão acorrendo à instituição, pagando anuidades, mantidas aos mesmos números do ano passado.

P: O senhor recebeu a Ordem com dinheiro em caixa ou recomeçou do zero?

R: Recomeçamos do zero, menos alguma coisa. Pegamos a casa com o pagamento dos funcionários já no último dia, pago. Mas ainda havia despesas, no valor de R$ 200 mil, para um caixa de R$ 30 mil.

P: Houve gastos desnecessários?

R: Houve. Um exemplo foi a Conferência Estadual dos Advogados, um grande evento programado no segundo semestre. O fato é que as despesas desse eventos, talvez em função da crise, se avolumaram muito acima do estimado, enquanto as receitas foram superestimadas. O prejuízo foi grande.

P: Em abril próximo termina o período da intervenção. A partir daí, o que irá acontecer?

R: A casa estará arrumada, nos aspectos administrativo e financeiro, e deverão surgir vários cenários. Vamos entregar a Ordem com solidez muito boa, sem nenhum problema para quem assumi-la. A solução política, segundo me parece, deve ir um pouco além, apenas nas próximas eleições.

P: Mas a eleição é em novembro e a intervenção acaba daqui a pouco mais de dois meses. Teremos aí um vácuo de sete meses...

R: A intervenção só poderá ser prorrogada por ato pleno do Conselho Federal. Em abril, isto será decidido em uma sessão. Não depende da OAB do Pará, mas do Conselho. Se ele quedar-se, inerte, é claro que retornarão os diretores afastados.

P: Isso não seria ruim para a OAB paraense, a volta dos diretores afastados?

R: Se eles voltassem e continuar o clima de guerra dentro da instituição, é evidente que seria muito ruim, um violento retrocesso.

P: Se fosse prorrogada a intervenção, o senhor aceitaria continuar no cargo?

R: Se eu tivesse que dar uma probabilidade, diria que 99,9% da minha missão aqui está extinta. Acho que a própria OAB do Estado poderia encontrar uma solução, com um interventor paraense, para ficar até novembro.

P: O presidente afastado, Jarbas Vasconcelos, tem dito a amigos que os direitos humanos dele foram violados com a intervenção. O senhor já representou o Brasil em Haia, atuando na área dos direitos humanos...

R: Não concordo. Esta talvez seja uma figura de defesa que o presidente está usando. Não houve com relação a ele qualquer violação de direitos humanos, nem ofensa ao seu direito de defesa.

P: O senhor sairá com a sensação do dever cumprido ou com a frustração de que poderia ter feito mais?

R: A intervenção termina em abril, mas até agora eu tenho a sensação do dever cumprido. O que eu me propus a fazer está dando resultado. Evidentemente eu exerço uma administração precária. Quando cheguei não tinha certeza se iria ficar aqui no Pará por uma semana. Se o presidente Jarbas tivesse obtido sucesso em alguma liminar, ele teria retornado ao cargo. Em razão disso não pude tomar nenhuma medida de longo alcance. Como já exercia vários cargos na administração da OAB, lamento apenas não ter tido tempo de fazer mais. Gostaria de fazer uma reforma completa no casarão da OAB, que é um marco da cultura jurídica doPará. O casarão está em um estado precário.

P: O senhor era o presidente nacional da entidade na época do Mensalão e sua atuação, cobrando apuração rigorosa e punição dos culpados o levou a ser considerado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva o principal crítico do governo. Que avaliação o senhor faz sobre o maior esquema de corrupção na história do país, comandado por petistas?

R: Foi um acontecimento lamentável na vida do país, e que deixou a nu os grandes personagens políticos da época. Oito anos depois, o esquema de corrupção continua estabelecido e inegavelmente operando.

P: A Ordem teve um papel relevante no Mensalão, contribuindo para que o caso fosse apurado e chegasse ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde está prestes a ser julgado...

R: De fato, a Ordem falou e destemidamente denunciou todas as manobras para encobrir o acontecimento. Também denunciou outros escândalos que vieram ao reboque do Mensalão, como o dos sanguessugas. A Ordem foi protagonista, sopesando o poder das autoridades brasileiras corrompidas.

P: O senhor acredita que o STF vai condenar os envolvidos?

R: Em um processo com inúmeros réus tudo pode acontecer. Desde o começo, eu dizia que havia muito temor em não julgamento pelo decurso do tempo, que o delito fosse alcançado pela prescrição. Quem viveu tudo isso como eu, entre 2003 e 2007, tem a esperança de que o Supremo atente aos interesses da cidadania, da República, e puna exemplarmente aqueles que denegriram a função pública no país.

(Diário do Pará)
http://www.diarioonline.com.br/noticia-188571-oab-no-para-tinha-deficit-de-meio-milhao-de-reais.html

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

FUSO HORÁRIO OESTE/PÁ: EVASÃO ESCOLAR EM MASSA NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO E O IMINENTE FECHAMENTO DA APAE.

EVASÃO ESCOLAR EM MASSA NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO.

O IMINENTE FECHAMENTO DA APAE. COMENTÁRIO DA APAE EM RELAÇÃO AO ABAIXO ASSINADO: “Ja não é sem tempo. Trabalhamos em uma Instituição Apaeana e nossas crianças (portadoras de deficiencia) sofrem muito com a mudança de horários, o que ocasionou grande baixa na freguencia escolar”.

A APAE ESTÁ SE REFERINDO AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA QUE NÃO CONSEGUEM SAIR DE CASA ÀS 6:00h DA MADRUGADA PARA A INSTITUIÇÃO.

POR QUE A MÍDIA E OS POLÍTICOS DO OESTE DO PARÁ ESTÃO OMISSOS EM RELAÇÃO A ESSE FAMIGERADO NOVO FUSO HORÁRIO, DIFERENTEMENTE DA MÍDIA E DOS POLÍTICOS DO ACRE E DO SUL DO AMAZONAS QUE LUTARAM E CONSEGUIRAM, JUNTO À PRESIDENTA DILMA, A VOLTA AO ANTIGO FUSO HORÁRIO NESSES ESTADOS?

SERIA POR CONTA DA INGERÊNCIA DA REDE GLOBO E QUE ESTARIA BANCANDO TUDO ISSO?
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N18657

ABAIXO-ASSINADO

À EXCELENTÍSSIMA SENHORA PRESIDENTA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL,
DOUTORA DILMA VANA ROUSSEFF.

ASSUNTO: POVO CLAMA PELA VOLTA AO ANTIGO FUSO HORÁRIO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO PARÁ.


OS CIDADÃOS ABAIXO-ASSINADOS, BRASILEIROS HONESTOS, TRABALHADORES(A), ESTUDANTES, APAE, MORADORES(A), RESIDENTES E DOMICILIADOS(A) NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO PARÁ, QUE ABRANGE DIVERSOS MUNICÍPIOS, COMO: SANTARÉM, ALENQUER, ÓBIDOS, ORIXIMINA/PORTO TROMBETAS, JURUTI, FARO, TERRA SANTA, MONTE ALEGRE, PRAINHA, ALTAMIRA, E AINDA, TODA A ÁREA RURAL DESSA REGIÃO, CLAMAM E SOLICITAM À VOSSA EXCELÊNCIA, PELA VOLTA DO ANTIGO FUSO HORÁRIO NESTA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO PARÁ, QUE VIGOROU ENTRE OS ANOS DE 1913 A 2008, PELOS MOTIVOS ABAIXO:

1º - A MUDANÇA DO ANTIGO FUSO HORÁRIO, QUE VIGOROU NA REGIÃO DO ESTE DO ESTADO DO PARÁ ENTRE OS ANOS DE 1913 A 2008, FOI ALTERADO PARA ESTE NOVO E ATUAL FAMIGERADO FUSO HORÁRIO, NA CALADA DA NOITE, DE FORMA ANTIDEMOCRÁTICA, E, PORTANTO, COVARDE, SEM CONSULTA AO POVO DOS MUNICÍPIOS E ÁREA RURAIS ABRANGIDAS;

2º - NÃO SUPORTAMOS MAIS O AUMENTO SUBSTANCIAL DA VIOLÊNCIA NESTA REGIÃO OESTE DO PARÁ, CONSEQUÊNCIA DESSE FAMIGERADO NOVO E ATUAL FUSO HORÁRIO, RELATIVA A ESTUPROS E TENTATIVAS, ASSALTOS E TENTATIVAS, ASSASSINATOS E TENTATIVA, DEMISSÃO NO EMPREGO POR CHEGAR ATRASADO POR FALTA DE TRANSPORTE COLETIVO DE MADRUGADA, ALTO ÍNDICE DE EVASÃO DE ESTUDANTES NOS ENSINOS FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR ETC., ASSIM COM OS INTEGRANTE DA APAE, QUE ESTUDAM PELA PARTE DA MANHÃ, TUDO POR CONTA DESSE FAMIGERADO NOVO FUSO HORÁRIO, QUE FOI EMPURRADO GUELA ADENTRO DO POVO DA REGIÃO OESTE DO PARÁ, ISTO É, SEM CONSULTA, NUMA DEMONSTRAÇÃO CLARA DE QUE, AINDA HÁ PESSOAS QUE NÃO CONSEGUEM ENTERRAR OS SEUS MORTOS, SE REFERINDO AQUI À FORMA DITATORIAL E, CONSEQUENTEMENTE, FORA DO TEMPO, PRÁTICA DOS POLÍTICOS IRRESPONSÁVEIS, CORRUPTOS, LADRÕES DOS COFRES PÚBLICOS, FABRICANTES DE MENORES INFRATORES ETC., QUE AINDA AGEM POR ESTAS BANDAS E QUE VISAM SOMENTE AOS SEUS INTERESSES;

3º. COM ESTE FAMIGERADO NOVO FUSO HORÁRIO, NESTA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO PARÁ, AS NOITES FICARAM MAIS CURTAS E OS DIAS MAIS LONGOS E QUE TRARÁ CONSEQUÊNCIAS GRAVES PARA O POVO DA REGIÃO NUM FUTURO PRÓXIMO, POIS O NOSSO RELÓGIO BIOLÓGICO NÃO CONSEGUE SE ACOSTUMAR.
VALE DIZER, COM ESTE FAMIGERADO NOVO FUSO HORÁRIO IMPLANTADO NA REGIÃO OESTE DO PARÁ, A NOÇÃO QUE TEMOS EM RELAÇÃO AO TEMPO É QUE: ÀS 6:00h (DA MANHÃ) TEM-SE A SENSAÇÃO DE QUE AINDA SÃO 3:00h (DA MADRUGADA). JÁ ÀS 19:00h (DA NOITE), A SENSAÇÃO É COMO SE FOSSE 15:00h (DA TARDE). NO INVERNO ISSO FICA AINDA MAIS COMPLICADO;

4º. PARA OS EMPRESÁRIOS, AUTÔNOMOS ETC., TANTO FAZ PERMACER O NOVO E ATUAL FUSO HORÁRIO OU VOLTAR AO ANTIGO, POIS ELES TÊM CARROS, MOTORISTAS, MORAM NO CENTRO DAS CIDADES, PRÓXIMOS AOS COLÉGIOS DOS SEUS FILHOS E ELES MESMOS FAZEM O SEU HORÁRIO EM RELAÇÃO AO SEU TRABALHO ETC.

AINDA, QUANTO AOS EMPRESÁRIOS/COMERCIANTES, OS QUE SÃO A FAVOR DA PERMANÊNCIA DO ATUAL FUSO HORÁRIO ESTÃO INCORRENDO NUM LEDO ENGANO, POIS AS SUAS LOJAS FICAM SEM CLIENTES ATÉ, APROXIMADAMENTE, 9:00h DA MANHÃ, E MAIS, FECHAM NA HORA DO PICO PARA ATENDER A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA, EM REGRA ÀS 18:00h, QUANDO A SENSAÇÃO É DE QUE AINDA SÃO 15:00h (DA TARDE).

COM ISSO, ELES TÊM PREJUÍZOS, NO MÍNIMO, POR MANTER LÂMPADAS ACESAS, COMPUTADORES, AR CONDICIONADOS LIGADOS ETC.;

5º. JÁ OS CIDADÃOS COMUNS E MORTAIS, TRABALHADORES(A), EMPREGADOS(A) DOMÉSTICOS(A), ESTUDANTES ETC., QUE MORAM NAS PERIFERIAS DAS CIDADES ABRANGIDAS, E QUE, MUITAS VEZES TÊM QUE ANDAR POR HORAS PARA CHEGAR AO PONTO DO ÔNIBUS, A SITUAÇÃO É COMPLETAMENTE DIFERENTE, COMEÇANDO PELOS RISCOS À INTEGRIDADE FÍSICA E MORAL EM RAZÃO DA VIOLÊNCIA JÁ EXPOSTA NO ITEM 3º.

ASSIM, MUITOS CIDADÃOS DE BEM ESTÃO OPTANDO POR SAIREM DOS SEUS EMPREGOS, ASSIM COMO OS PAIS ESTÃO OPTANDO EM TIRAR SEUS FILHOS DAS ESCOLAS, DA APAE ETC.

POR FIM, DEVEMOS LEMBRAR QUE, O PAÍS COM A MAIOR DEMOCRACIA E ECONOMIA DO MUNDO, QUE MELHOR CUIDA DOS SEUS FILHOS EM RELAÇÃO À CIDADANIA, À SAÚDE PÚBLICA, À EDUCAÇÃO PÚBLICA, À SEGURANÇA PÚBLICA, AO SANEAMENTO BÁSICO ETC., OS EUA - ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, TÊM 9 (NOVE) FUSOS HORÁRIOS DESDE O SEU DESCOBRIMENTO E SEM NENHUM PROBLEMA PARA O DESENVOLVIMENTO DAQUELE PAÍS.

DE UMA COISA NÓS SABEMOS E TEMOS A CERTEZA: DE QUE VOSSA EXCELÊNCIA É SENSÍVEL AOS CLAMORES DO POVO. VALE DIZER, O POVO DO ESTADO DO ACRE E DO SUL DO ESTADO DO AMAZONAS LHE PEDIRAM E A SENHORA OS ATENDEU, QUANTO À VOLTA DO ANTIGO FUSO HORÁRIO NESSES ESTADOS EM BREVE E PELOS MESMOS MOTIVOS E RAZÕES EXPOSTAS NESTE ABAIXO-ASSINADO.

NA CERTEZA DE TERMOS NOSSO PLEITO ATENDIDO, ENCAMINHAMOS O PRESENTE DOCUMENTO EM FOLHAS, NUMERADAS E ASSINADAS POR CIDADÃOS INTERESSADOS NA VOLTA AO ANTIGO FUSO HORÁRIO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO PARÁ, EM DUAS VIAS, A SEREM PROTOCOLADAS EM SEU GABINETE.

NOMEAMOS O SR. JORGE LUIZ GUIMARÃAES PEREIRA, COMO NOSSO REPRESENTANTE, CASO SEJAM NECESSÁRIAS MAIORES INFORMAÇÕES.

JORGE LUIZ GUIMARÃES PEREIRA
RG-0978097-1-SSP/AM

TELEFONE (93) 9192-9313 E (92) 8259-3405,
e-mail: novandi@globo.com

SANTARÉM-PARÁ, 14 DE FEVEREIRO DE 2012

(ABAIXO, LISTAR TODOS AS PESSOAS, COM NOME, DOCUMENTO E RUBRICA

Os signatários
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N18657

sábado, 7 de janeiro de 2012

QUANTOS MILHÕES, EM REAIS, OS BANDIDOS DE TOGA DO STF GANHARAM DA MÁFIA/OAB-CURSINHOS-LIVRARIAS ETC

CURSINHOS-MÁFIA/OAB-LIVRARIAS, LUCRAM CERCA DE R$500 MILHÕES/ANO EM CIMA DE JOVENS ADVOGADOS (BACHARÉIS EM DIREITO), ILUDIDOS, ALIENADOS E ENGANADOS PELO MEC.

QUANTOS MILHÕES, EM REAIS, OS BANDIDOS DE TOGA DO STF GANHARAM DA MÁFIA/OAB-CURSINHOS-LIVRARIAS ETC., NO DIA 26/10/2011, PARA EM NOME DE UMA PSEUDO “ÉTICA”, TORNAR A DENOMINADA “OAB”, ESTA MÁQUINA DE FAZER E LAVAR DINHEIRO,RESERVA DE MERCADO CORPORATIVISTA, LEGAL E LEGÍTIMA, ATRAVÉS DO INCONSTITUCIONAL E FAMIGERADO EXAME DE ORDEM DA MÁFIA/OAB?

MAS, POR IRONIA DO DESTINO, NA “SEMANA MACABRA” DESSE JULGAMENTO PELOS BANDIDOS DE TOGA DO STF, 40 PSEUDOS “ADVOGADOS”, INSCRITOS NA MÁFIA/OAB, E MAIS 80 QUE ESTÃO SENDO PROCURADOS PELA POLÍCIA FEDERAL, DERAM UM GOLPE NOS COFRES PÚBLICOS, FRAUDES EM PROCESSOS NO RJ, NO INSS, CORRUPÇÃO ETC., EM NOME DA “ÉTICA”, DE MAIS DE R$ 6 MILHÕES DE REAIS.

ESSES BANDIDOS DE TODA DO STF SÃO UNS MONSTROS, INSENSÍVEIS E CONTRÁRIOS À CF/88, E CONSEQUENTEMENTE, À SOCIEDADE BRASILEIRA, JÁ TÃO SOFREIDA, POIS SÃO 780 MIL TRABALHADORES, JOVENS E/OU PAIS DE FAMÍLIA DESEMPREGADOS, COM O AVAL DA OIT-ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO E ENGANADOS PELO MEC O QUAL AFIRMA NA LDBE-LEI DE DIRETRIZES DE BASE DA EDUCAÇÃO QUE CURSO DE GRADUAÇÃO/SUPERIOR CAPACITA E PROFISSIONALIZA, VALE DIZER, TAMBÉM DEVEM TER GANHO OS SEUES MILHÕIES DA MÁFIA/OAB.

ESSES JOVENS E/OU PAIS DE FAMÍLIA DESEMPREGADOS, ENDIVIDADOS NA CAIXA ECONÔMICA PELO PROGRAMA FIES, QUE IVESTIRAM EM TORNO DE R$ 60 MIL REAIS PARA SEREM ADVOGADOS, MAS QUE NA VERDADE, FORAM ILUDIDOS E ENGANADOS, PELOS PRÓPRIOS PODERES CONSTITUÍDOS DESTE PAÍS, AO FAZEREM O CURSO SUPERIOR (DIREITO), MUITOS DELES ESÃO SENDO CLIENTES DE UMA NOVA CATEGORIA DE TRABALHADORES CRIADA PELOS BANDIDOS DE TOGA DO STF, QUAL SEJA, UMA NOVA CLASSE DE ADVOGADOS QUE SUGA ESTES ADVOGADOS/BACHARÉIS EM DIREITO AO COBRAREM DESTE APENAS POR UMA CANETADA (ASSINATURA) NUMA PETIÇÃO, OU SEJA, EU MESMO, COMO BACHAREL EM DIREITO QUE SOU, NUNCA DEIXEI DE LOGRAR ÊXITO NESSAS CONDIÇÕES, VALE DIZER, OS BANDIDOS DE TOGA DO STF ESTÃO NA CONTRAMÃO, POIS OS BACHARÉIS EM DIREITO ESTÃO SIM CAPACITADOS PROFISSIONALMENTE E COM ÉTICA PARA MILITAREM NAQUILO QUE O MEC DIZ NA LDBE: GRADUAÇÃO FORMA, CAPACITA E PROFISSIONALIZA, NO CASO EM TELA, O BACHAREL EM DIREITO PARA ATUAR COMO ADVOGADO.

O PARADOXO_1: BANDIDOS DE TOGA DO STF VERSUS PRESIDENTE NACIONAL DA MÁFIA/OAB  OFHIR CAVALCANTE, QUE DEU UM GOLPE DE APROXIMADAMENTE, R$ 1,5 MILHÃO NOS COFRES PÚBLICOS DO ESTADO DO PARÁ, PERCEBENDO SALÁRIOS ALTÍSSIMOS COMO FUNCIONÁRIO FANTASMA, AMPLAMENTE DIVULGADO NA MÍDIA NA SEMANA QUE FICOU CONHECIDA PELOS BACHERÉIS EM DIREITO E A SOCIEDADE QUE ACOMPANHA O SOFRIMENTO DESTES, COMO A “SEMANA MACABRA”. MAS QUE NÃO LHE FOI APLICADA NENHUMA PUNIÇÃO/SANÇÃO.

O PARADOXO_2: BANDIDOS DE TOGA DO STF VERSUS MÁFIA/OABA-PARÁ E AINDA, A QUESTÃO DA MÁFIA/OAB DO ESTADO DO PARÁ, ONDE O PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE, CONSELHEIROS, TODOS MERGULHADOS NUM MAR DE LAMA, CORRUPÇÃO, FRAUDES, FALSIFICAÇÃO DE ASSINATURAS ETC., AMPLAMENTE DIVULGADO NA MÍDIA, DURANTE A “SEMANA MACABRA”, MAS QUE NÃO FOI APLICADA NENHUMA PUNIÇÃO/SANÇÃO AOS ENVOLVIDOS.

O PARADOXO_3: BANDIDOS DE TOGA DO STF VERSUS ÉTICA_1 FRAUDES, CORRUPÇÕES, MARACUTAIAS, NÃO SÓ NESTE ÚLTIMO EXAME - V EXAME DA MÁFIA/OAB EM GOIAS, MAS EM TODOS OS EXAMES DA MÁFIA/OAB DURANTE A SUA EXISTÊNCIA, AMPLAMENTE DIVULGADOS NA MÍDIA, MAS QUE AINDA ASSIM, OS BANDIDOS DE TOGA DO STF DISSERAM QUE A RAZÃO DA MANUTENÇÃO DA EXISTÊNCIA DO FAMIGERADO EXAME DE ORDEM É PROTEGER A SOCIEDADE ATRAVÉS DA “ÉTICA” QUE BLINDA OS ADVOGADOS NELA INSCRITOS ATRAVÉS DO FAMIGERADO EXAME DE ORDEM. ISSO TODOS SABEMOS, É BIZARRO SE NÃO RIDÍCULOS.

QUEM AINDA NÃO FOI ENGANADO POR UM ADVOGADO INSCRITO NA MÁFIA/OAB QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA.

O PARADOXO_4: BANDIDOS DE TOGA DO STF VERSUS ÉTICA_2  NO BRASIL, 500 ADVOGADOS INSCRITOS NA MÁFIA/OAB, EM MÉDIA/DIA, SÃO PRESOS OU PASSAM A RESPONDER PROCESSO POR ESTELIONATO, FRAUDES, CORRUPÇÕES, SUBORNOS ETC., EM NO DA “ÉTICA” SEGUNDO OS BANDIDOS DE TOGA DO STF.

O PARADOXO_5: BANDIDOS DE TOGA DO STF VERSUS ISONOMIA_2  NUMA DECISÃO APERTADA (14 VOTOS A 12) DO CONSELHO FEDERAL DA MÁFIA/OAB, APROVOU-SE A CONCESSÃO DE INSCRIÇÕES E CARTEIRAS DA MÁFIA/OAB, SEM TEREM PASSADO PELO FAMIGERADO EXAME DE ORDEM, PARA A MAGISTRATURA E MINISTÉRIO PÚBLICO APÓS 3 ANOS DE APOSENTADORIA, NUM GESTO RIDÍCULO DE BAJULAÇÃO E INTERESSES POR FAVORECIMENTOS.

VALE DIZER, MUITOS DESSES “TRABALHADORES” NUNCA SEQUER ADVOGARAM NA VIDA, OU MELHOR, NUNCA SEQUER FIZERAM UMA PETIÇÃO, MAS PARA OS BANDIDOS DE TOGA DO STF, ESSES PSEUDOS “ADVOGADOS” NÃO REPRESENTAM PREJUÍZOS PARA A SOCIEDADE.

PARAFRAZEANDO O DESEMBARGOR VLADIMIR: “ADVOGADO SE FAZ COM ANOS DE MILITÂNCIA FORENSE”.

ENFIM, SE EU FOSSE FALAR DE TODAS AS MARACUTAIS DA MÁFIA/OAB EM TODO O BRASIL, APOIADAS PELOS BANDIDOS DE TOGA DA ANAMATRA-AJUFE-AMB-STJ-STF-PRG, MPF, MPE, PF, MEC, OIT ETC., AQUELES QUE, A EXEMPLO DA JUÍZA PATRÍCIA, AGORA QUEREM ASSASSINAR A DRª ELIANA CALMON DO CNJ, SEGUNDO MILHARES TWITTEIROS QUE ESTÃO INSINUANDO DIARIAMENTE NA WEB, O BLOG NÃO IRIA SUPORTAR TANTA INFORMAÇÃO.

BOM, POR TUDO ISSO, OS BANDIDOS DE TOGA DO STF, VOTARAM POR UNANIMIDADE, NO DIA 26/10/2011, PARA DIZER QUE A MÁQUINA DE FAZER E LAVAR DINHEIRO, O INCOSNTITUCIONAL E FAMIGERADO EXAME DE ORDEM DA MÁFIA/OAB É CONSTITUCIONAL, POIS DÁ GARANTIA DE “ÉTICA PROFISSIONAL” À SOCIEDADE BRASILEIRA, SEGUNDO OS BANDIDOS DE TOGA DO STF.

MAS EU TENHO A ESPERANÇA DE QUE UM DIA OS ADVOGADOS(A) BACHARÉIS EM DIREITO E DIPLOMADOS PELO MEC, COVARDES E FROUXOS, ABRIRÃO SEUS OLHOS E PERCEBERÃO QUE O MST, TEORICAMENTE, NÃO FOI ÀS FACULDADES, MAS CONHECE MUITO MAIS DO QUE NÓS, OS SEUS DIREITOS PREVISTOS NA CF/88 QUE LECIONA: "TODO O PODER EMANA DO POVO...."

A SÍRIA, A LÍBIA, E OUTROS PAÍSES ÁRABES SABEM MUITO BEM DISSO E ESTÃO FAZENDO MUITO BEM SUAS LIÇÕES DE CASA.

UM DIA NÓS, ADVOGADOS(A) LEGÍTIMOS, BACHARÉIS EM DIREITO E DIPLOMADOS PELO MEC, PORÉM, COVARDES E FROUXOS, ACORDAREMOS A EXEMPLO DO POVO CORAJOSO E NÃO-COVARDES DESSES PAÍSES ÁRABES.

PENSEM NISSO!

“QUEM SABE FAZ A HORA. NÃO ESPERA ACONTECER”.

JORGE LUIZ GUIMARÃES PEREIRA
ADVOGADO LEGÍTIMO, BACHAREL EM DIREITO, DIPLOMADO PELO MEC

e-mail: novandi@globo.com
twitter: @novandi
FONE: (93) 9192-9313 – (93) 8259-3405 e (93) 3063-2855
SANTARÉM - PARÁ

sábado, 31 de dezembro de 2011

PROJETO PREVÊ INTERDIÇÃO DE AGENTE PÚBLICO QUE COMETER CONSTRANGIMENTO ILEGAL - OS FUNCIONÁRIOS PÚBL. METIDOS A deus, IMBECIS/OTÁRIOS QUE SE CUIDEM

Extraído de: Câmara dos Deputados - 26 de Dezembro de 2011

PROJETO PREVÊ INTERDIÇÃO DE AGENTE PÚBLICO QUE COMETER CONSTRANGIMENTO ILEGAL -

Luiz Couto: projeto contribuirá para diminuir o poder de organizações criminosas.

Tramita na Câmara projeto que modifica o Código Penal a fim de estabelecer penas específicas de interdição temporária de direitos destinadas ao agente público que praticar crimes de constrangimento ilegal, ameaça, sequestro e cárcere privado. O projeto de lei (PL 2234/11), do deputado Luiz Couto (PT-PB), determina o acréscimo dos artigos 146, 147 e 148 ao texto do Código Penal.

Aplicada cumulativamente às demais, a pena de interdição temporária abrange a proibição de exercício de cargo, emprego ou função pública de livre nomeação, pelo prazo de até cinco anos.

Segundo Luiz Couto, trata-se de importante medida penal que contribuirá para diminuir o poder de pessoas e organizações criminosas que buscam, por vezes, se infiltrar no aparelho estatal para facilitar a prática delituosa ou obter outro proveito em razão do exercício de cargo, emprego ou função públicos das citadas naturezas.

Sujeito à apreciação do Plenário, o projeto será apreciado apenas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive em seu mérito.

Íntegra da proposta: PL-2234/2011
Autor: Agência Câmara
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/91614/codigo-penal-decreto-lei-2848-40

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A VOLTA DO ANTIGO FUSO HORÁRIO NO OESTE DO PARÁ. DEP. LIRA MAIA-SANTARÉM/PÁ, MARIA DO CARMO PREFEITA DE SANTARÉM-PÁ SÃO TRAÍRAS DO POVO.

RD GLOBO, DEP. LIRA MAIA-SANTARÉM/PÁ, PREFEITA MARIA DO CARMO-SANTARÉM/PÁ, CONTRARIANDO O POVO, JUNTO COM MICHEL TEMER/SP, VETAM A VOLTA DO ANTIGO HORÁRIO NO OESTE-PÁ. DILMA RECUA NO ACRE E AMAZONAS, POIS OS POLÍTICOS DE LÁ SÃO SENSÍVEIS AOS ANSEIOS DO POVO. VAMOS LUTAR. VAMOS ÀS RUAS PROTESTAR. ELES TÊM CARROS P/ LEVAR SEUS FILHOS NAS ESCOLA DE MADRUGADA. POR ISSO, VAMOS À LUTA. A GENTE CONSEGUE. VAMOS TENTAR CONVENCER TODOS OS NOSSOS AMIGOS E PARENTES DO EQUÍVOCO QUE É ESTE FUSO HORÁRIO ATUAL NO OESTE DO PARÁ. MUITAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES MORAM NO ALTER DO CHÃO, MOJUÍ DOS CAMPOS, NAS COLÔNIAS E SÍTIOS ETC..., MAS QUE ESTUDAM EM SANTARÉM PELA MANHÃ, CORRENDO SÉRIOS RISCOS, POIS 6:00h DA MANHÃ, TEM-SE A SENSAÇÃO DE QUE SÃO 3:00h DA MADRUGADA E POR AÍ VAI. NO ATUAL FUSO HORÁRIO NO OESTE DO PARÁ, A VIOLÊNCIA EM SANTARÉM-PÁ AUMENTOU SUBSTANCIALMENTE: ESTUPROS, ASSALTOS, ASSASSINATOS ETC. NÃO ESQUEÇAM QUE QUEM FAZ A HORA É O POVO, QUEM FAZ ACONTECER É O POVO...ENTREM EM CONTATO COM A PRESIDENTA DILMA E SEUS CONTATOS POLÍTICOS. SE A PRESIDENTA RECUOU NO ACRE E NO AMAZONAS, ELA PODE RECUAR EM RELAÇÃO AO OESTE DO PARÁ. É SÓ NÓS QUERERMOS.
UM ABRAÇO E VAMOS À LUTA. http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/2011/12/21/planalto-recua-em-relacao-ao-veto-a-mudanca-de-fuso-horario-no-acre-e-sul-do-amazonas/